5 de agosto de 2015

"quem é feliz não conta, não espalha, não grita aos quatro cantos. quem é feliz, satisfaz-se por ser. e sabe que felicidade anda coladinha na inveja. quem é feliz não precisa de provar nada, simplesmente é. as pessoas felizes demais nunca me passaram confiança. essa coisa de que a vida é uma festa e não existe nada de errado, não me brilha aos olhos. feliz é quem conhece o lado mau e o respeita. feliz é quem já foi infeliz. somente quem já foi infeliz pode entender que a tristeza traz um punhado muito bom de aprendizagem. felicidade não é sobre quem grita mais alto; é sobre quem sorri mais fundo."

21 de julho de 2015

assombrações

não vale a pena negar ou fingir, eu sei, eu sei que sou dramática, neurótica, insatisfeita, talvez organizada demais, carente demais, mimada também.
eu sei que sou insegura, desconfiada, louca, talvez controladora demais, pensativa demais, imaginativa também. 
o mundo é hoje tão cheio de opções se não estivermos juntos, mas todas elas não me interessam porque eu poderia fazer 1001 coisas sem ti mas eu prefiro ver-te comigo inclusive porque tudo o que poderia fazer ou viver não faz sentido se não estiveres lá, sem essa presença inexplicável. 
ás vezes sinto que não estás aqui, mesmo quando te vejo a meu lado. eu tento escrever uma vida mas detestas os meus rumos e regras e eu detesto o teu sono e a tua ausência ! eu detesto o teu riso forçado, o teu virar de costas e o fechar da porta com força, detesto os teus gritos a latejar na minha cabeça, detesto a tua falta de interesse por mim, pelo que te digo ou pelo que faço! detesto quando me deixas sozinha, quando não me deixas falar, explicar, gritar também o que sinto ou o que se passa, quando queria tanto que me resgatasses, me pegasses ao colo como me fazia o meu pai em criança, sem dizeres nada, pelo menos só para sentir que estás aqui. 
e fico sozinha, enquanto na auto estrada da minha mente passa a 300km/h todos os medos. quando falo detesto quando tentas diminuir o volume do som ou mudar o canal, como se eu fosse algum programa desinteressante e aborrecido que está a passar na televisão, e eu penso: mas o problema sou eu ? devo ser directa demais, ou então tão carente que espero que o mundo inteiro me dê tanto quanto eu ofereço. não sou coitadinha nenhuma, sou uma miúda adulta que ainda não sabe lidar com uma porcaria chamada personalidade e pelos vistos nem os outros, nem tu. uma mistura de sarcasmo, inocência e quem sabe ás vezes um pouquinho de veneno também no meu sangue. um parasita a saltitar por aqui a pedir sempre mais e mais. mais atenção, mais compreensão, mais tudo ! porque não gosto de meios termos, ou é 8, ou 80.

9 de julho de 2015

devaneios

perdi.me. 
perdi-me entre caminhos e sentimentos cruzados aleatoriamente como um fio de uns auriculares arrumados, formaram-se sozinhos, tão confusos e voltei a encontrar-me. encontrei-me contigo, em ti.
ainda hoje não sei como o fiz, como tive toda a coragem de recuperar, de sorrir tanto. não sei como foi possível voltar a ser enganada, enfeitiçada mais uma vez. por loucura, atracção, carência talvez? 
e meti-me a reler mensagens, rever fotografias, relembrar o flashback que passou por mim de rajada a obrigar-me a recuar no tempo por um bocadinho.
meu deus, como eu era tão inocente, adolescente sem pinga ás vezes de inteligência, a percorrer caminhos novos sem o mínimo do conhecimento, obrigada pela mente a seguir os trajectos do meu coração incerto. deixei-me ir ter contigo,apaixonar-me novamente, perder-me, libertar-me. e gostei de ti. gostei mesmo. merda, grande erro ! dos melhores erros que um dia cometi.

2 de dezembro de 2014

365


 meu querido Dezembro, nem acredito que em breve será um novo ano e com muitos planos pelo caminho, realizações, mais uma tonelada de desilusões e provavelmente ( como em todos os anos) sempre algumas tristezas.
por falar nisso mesmo, reflicto: todos os anos na nossa mente tudo se renova porquê? o que é que um ano novo tem de diferente, de especial se todos os 365 dias que temos, temos a oportunidade de mudar alguma coisa? não poderia o amanhã ser o dia mais feliz da nossa vida? porquê renascer de ano a ano e não todos os dias?
cada dia nos trás algo novo, diferente, todo o dia é dia de renovar o nosso pensamento, a nossa esperança, porquê esperar pelo ano que vem?
sei lá, hoje estamos óptimos e vivos, amanhã algo nos pode adoecer e enterrar;  hoje perdemos tempo a discutir e amanhã nem pode haver tempo de pedir desculpa!
falhamos, falhamos todos e todos os dias maior parte das vezes com as pessoas que mais estimamos e que se preocupam connosco; tratamos muitas das vezes pessoas como objectos e preocupamos-nos com coisas inúteis e fúteis, consumidores do próprio egoísmo que no fundo toda a gente o tem.
e tenho tanto medo, sinceramente, tanto medo ás vezes do dia que me espera amanhã, da pessoa que me tornarei amanhã!
o que sei é que em 365 dias há algum dia em que se avaria o carro, nos falta a luz, se estraga alguma coisa e infelizmente que falece alguém, dias em que choramos demais e pensamos no que raio andamos por aqui a fazer; dias em que deixamos alguém para trás, desiludimos e somos desiludidos. sinceramente será que se os 365 dias do ano fossem perfeitos nos iria ensinar alguma coisa? nos iria a tornar pessoas mais fortes, mais conscientes?
no meio de tudo isto só tenho pena de quem já não está para ver os seus a crescer, para continuar com as suas vidas, para ver o sol nascer e abraçar quem mais se ama e por esses vale a pena parar para pensar no sentido da nossa vida que se ainda cá estamos é porque a nossa missão não terminou.
todos nós temos alguém que estará lá em cima, os 365 dias a vigiar, a proteger e a dar luz quando nos sentimos ás escuras! eu já conto com dois anjinhos que infelizmente decidiram partir e é por pensar em ambos que muitas vezes paro com a estupidez e sigo em frente.
há que aproveitar todos os segundos, não há nada melhor que estar vivo e ter a alegria de viver!


24 de novembro de 2014

regresso

estou incrédula por necessitar tanto de regressar a isto, em um ano tudo estabilizou de tal maneira na minha vida que achei que não tivesse nada a dizer, nada a escrever aqui.
está tudo do avesso e é esquisito com 20 anos começar a sentir-me com 50, sentir que não valia a pena ter crescido para além dos meus 10 inocentes anos e surpreendentemente tenho tanto a escrever que mal sei por onde começar !
antes de mais e para actualizar, o meu caminho como estudante terminou, hoje posso afirmar e concluir que sou uma esteticista muito feliz, estando eu orgulhosa como os meus pais; eu e o meu namorado (tão famoso que se tornou por aqui no blogue), estamos extremamente bem com os 7 anos de namoro feitos e de pé; estou a gerir o meu próprio negócio e a trabalhar com uma colega e amiga fantástica que me tem ajudado imenso; tenho melhorado cada vez mais a olhos vistos no meu trabalho e é óptimo saber que tenho pessoas que me adoram e apoiam acima de tudo.  
dito isto e aparentemente a minha vida está e é perfeita ! mas não, nem por isso e apesar de ter N motivos para estar orgulhosa e realizada, ganhei outras coisas na minha vida que preferia nunca ter ganho: desilusões !
realmente, só aos 20 anos é que posso concluir que era uma inocente, como me pude deixar iludir e pensar que todo o mundo que me rodeia é sincero, honesto, cheio de bondade dentro de si.
a cada dia que passa menos vontade tenho de falar com as pessoas ou de lhes mostrar sequer um sorriso, sinto que estou a mudar aos poucos tudo o que um dia fui e tanto gostava de ser. comecei a ganhar um medo terrível de me aproximar das pessoas, é tanta gente falsa a falar de falsidade e tanta "amiga" a crer que tu tropeces, falam de mentiras mas não sabem o que é sinceridade, tu pensas que estás a desabafar e a entregar um segredo a alguém e já estão se for preciso a escrever tudo o que te sai da boca e a enviar para todo o mundo saber.
honestamente, pessoas, por muitas já me preocupei, já lutei, já as agarrei e tentei que seguissem o melhor caminho e tudo o que ganhei até hoje foi facadas de quem menos esperava e graças a Deus que tudo isso hoje me está a abrir os olhos, em breve serei uma pessoa fria que apenas abre a boca para dizer as verdades e mandar as minhas próprias facadas,  quem não gostar, pode ir à vontade que eu até empurro e se for de um penhasco abaixo melhor ainda. e se querem saber, eu sei de tanta coisa e de tanta gente e se eu abrisse a boca provocaria tanto homicídio e não foi ainda por aí que eu comecei a diminuir as pessoas uma a uma, como tantas mereciam!
e termina aqui, a única coisa que neste momento merece o meu esforço e interesse é a luta pelo meu sucesso e objectivos e se alguém me quiser odiar pelo que seja, pode começar a preparar-se para me desejar a morte, porque ainda tenho muito mais a mostrar e a provocar. se perdi as minhas forças para algumas coisas, ganhei para muitas outras. 
no fim de tudo, a única pessoa que estará comigo serei eu mesma e o que antes era aflição em breve será a minha glória !

p.s: a carapuça serviu ? veste, amarra, dá nó e faz bom proveito. para que conste isto é um mero desabafo e um regresso a uma das coisas que mais me fazia falta: escrever! 

p.s.s: peço mil desculpas a quem eu sei que gostava de passar por aqui e ler os meus textos, prometo que serei mais presente! um obrigado enorme !

21 de novembro de 2013


''Não sei como hei-de começar esta carta. Se te começo por pedir desculpas, ou se te digo que ainda te amo. Desculpa-me e ainda te amo. Passaram-se meses desde a última vez que me disseste, que deitavas alguma coisa por mim sem ser indiferença e nostalgia, e estás quase tão distante de, como eu da pessoa que agora dás a mão.  Não sei ao certo o porquê de te escrever esta carta, mas dei conta de ti ontem. Ontem à tarde estava na minha vida, metido nos meus problemas e enfiado nos meus próprios pensamentos, quando me apercebi que o Inverno estava a chegar, e que o ia passar sozinho. Veio-me uma imagem de ti à cabeça. Foi breve, estavas com um casaco branco e o cabelo castanho enorme a bater-te em baixo dos ombros, e olhaste para mim e sorriste. O sorriso que me costumavas dar, e deste-me durante tanto tempo, só porque sim. Fizesse eu bem, falasse eu mal, estivesse eu num bom ou mau dia, nunca te esqueceste de dizer o quanto gostavas de mim.
Outros dos motivos pelos quais te quis escrever foi para te pedir desculpa. Desculpa-me por todas as vezes que te troquei, ou que te menti. Por todas as vezes que te chamei louca, porque sei que em ti há mais sanidade do que em mim algum dia haverá. Fui eu que te fiz assim. Fora de ti, sem nada a perder ou nada a ganhar, que te transformei no monstro de dúvidas e inseguranças que hoje és.
Desculpa por todas as vezes que te disse que nunca te haveria de magoar, sabendo que já o tinha feito. Pela capacidade fora do normal que tive de te enganar, ou por todas as vezes que deixei alguém falar mal de ti à minha frente. Desculpa-me ainda mais, por a quantidade enorme de mulheres que usei para esquecer-me do teu sorriso. A culpa não é delas, é minha. Não as odeies por tentar fazer delas uma cópia tua, por tentar cheirá-las e te sentir a ti, ou por quando dizia que as amava antes de as levar para a cama, querer ver-te a ti em baixo de mim a sorrir. A culpa foi sempre minha.
Vi-te no outro dia e o meu coração disparou. Estavas incrivelmente bonita, e pela primeira vez compreendi que nunca precisaste de mim para nada. Que sempre foste assim, mulher do teu nariz, bonita, cheia de sorrisos e com uma capacidade fora do normal para te dares bem com as pessoas que gostas. Fui eu que sempre precisei de ti. Que mesmo mais pequena que eu, arranjava conforto em estar nos teus braços. Que não havia voz que me acalmasse mais de manhã, ou que quisesse mais ouvir antes de me deitar. Estavas tão bonita, tão sorridente, com uma cerveja na mão e o cabelo pouco penteado como costumas andar, e estando os dois no mesmo espaço, não deste por mim. Estavas no teu mundo, nos teus problemas, que com força e com todos os meus erros deixei de fazer parte deles. Olhei para ti com mais intensidade do que olhei em todo o tempo que estivemos juntos.
Há coisas que só compreendemos quando perdemos alguém. Nunca tinha reparado como o teu sorriso é bonito visto de fora, nem como pareces estar em câmara lenta quando te rodeias das pessoas que gostas. Se um dia fui o teu namorado e tinha gosto em quando passavas, ver todos os homens olharem para ti, e tu, tão ingénua com o teu sorriso me vires beijar a mim sem dar ali por eles, então eu fui o eles.
Fui eu que te vi a ti, a passar, com os olhos de expressividade que tens, e o sorriso que mandas quando vês alguém que amas, passar ao meu lado e beijares alguém, que te olhou como um dia te devia ter olhado. Sei que estás apaixonada.
Pensei muitas vezes para mim mesmo, que um dia ia mudar. Um dia ia ser o homem que mereces, e que o destino acabou por te fazer encontrar. Que te ia deixar de mentir, fazer chorar, ou dar pouco valor quando aparecias do nada para me perguntar se estava bem. Nós homens, pensamos que quanto mais magoarmos as mulheres, mais elas vão esperar pelo dia em que deixam de ser magoadas para nos começarem a dar valor.
Disse-te muitas vezes que tinhas sorte em me ter como namorado, mesmo sabendo que o azar era teu e não meu. Eu devia ter sabido, que uma mulher como tu, tão independente e agarrada aos sonhos, era a sorte que a vida me tinha metido na frente.
Por todos os dias mal passados, por todas as mensagens que fiz de conta não ver, por todos os telefonemas em que virei o ecrã para baixo, pelas vezes em que guardei outros números com nomes de amigos, pelas vezes que te mandei uma mensagem a dizer que te amava prestes a ir ter com outra, por as promessas quebradas, por as mentiras e os dias que te afastei da pessoa que acabaste por encontrar, recebi como paga tu mais bonita que nunca, a rires-te e a passar-me ao lado. A vida deu-me como paga, tu, ao meu lado, apaixonada por outra pessoa.
Desculpa, ainda te amo.'' Escrito por Inês Alegre (http://inesaleegre.blogspot.pt)

Porque está p-e-r-f-e-i-t-o !

6 de outubro de 2013

'como não me lembrar do teu sorriso lindo a abrir-se para mim? do teu olhar sem graça, as tuas mãos confusas, brincando com o nada enquanto fazias o pedido mais lindo de todos: "não me olhes assim"? como não me lembrar da tua boca a encontrar-se com a minha, afastando-se logo de seguida para me dizer que "o meu coração está disparado"? como não me lembrar da intensidade de um abraço, de encostar a cabeça no teu ombro, e ouvir-te dizer que me amas? como não me lembrar da tua risada ao me pedires para parar de desalinhar o teu cabelo? como não me lembrar do teu desespero quando te roubei um beijo ao me despedir? como não me lembrar da surpresa ao sentir os teus braços ao meu redor, a envolver-me quando eu menos esperava? como não lembrar da confusão que fizeste na minha vida, mostrando-me que é assim que se vive melhor? como não me lembrar de todos estes detalhes com as lágrimas a saltar aos olhos e o coração apertando de saudade dentro do peito? impossível não me lembrar o quanto te quero, o quanto me fazes falta, o quanto a saudade me consome.. o quanto eu te amo!'

Caio Fernando Abreu
(adaptado a português)

10 de julho de 2013

'acredito que arrumar a confusão da vida é como arrumar a confusão do quarto. tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. isso pode servir melhor para outra pessoa. hora de deixar ir. alguém precisa mais do que tu. livrares-te. deixar pra trás. algumas coisas não servem mais. tu sabes. chega. porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não te serve. perda de espaço, tempo, paciência e sentimento.'





16 de abril de 2013

querida avó,

não consigo adormecer a pensar em tudo.
foi a primeira vez que detestei ver-me ao espelho vestida de negro, a primeira vez que este neutro me agoniou a sério, a primeira vez que fui obrigada a chorar por um familiar. despedi-me de ti hoje, beijando-te a testa pálida e fria como mármore, passando os dedos uma última vez pelo teu cabelo grisalho e dizendo 'adeus' de vez. fecharam-te. olhei por entre lágrimas aquela madeira envernizada e sinistra que é agora a tua casa e desejei com força que a tua alma estivesse iluminada, confortável e num sitio bem melhor que a terra.
avó, é com raiva que guardo de mim que lembro de desejar que este dia chegasse depressa, pois se pudesse eu ter-te-ia aqui para sempre. toda a tua vida foi um sacrifício e finalmente descanso por saber que estás em paz com alguém lá em cima a dar-te a mão. quando te vi no hospital, naquele estado miserável eu só queria estar a sonhar e te garanto que nem sei como tive força para suportar as lágrimas. só relembro o momento em que me agarras-te na cara e sorriste para mim com tanto olhar de sofrimento a comunicar-me em silêncio que querias sair dali rápido. e saíste avó, para um sitio bem melhor que a terra, para um lugar onde não há mais nada a não ser paz e descanso.
avó, olha para as mãos. tens uma recordação minha nas unhas, que tanto eu gostava de te as pintar. a tua última cor foi o vermelho que representa todo o amor que carrego por ti, assim como toda a tua energia e vivacidade que permanecerá sempre nas nossas memórias!
sei o quanto desejavas ver-me casar, aperta-me o coração por saber que já não estás aqui a meu lado para me ver e espero que se esse dia chegar estejas lá em cima a orgulhares-te de mim!
avó, peço-te que me protejas e me guardes contigo sempre, peço-te que protejas a minha mãe, o meu pai, os meus tios, primos, amigos e avós, peço-te que estejas á minha espera quando o meu dia chegar e a guiar-me nas minhas acções!
és mais uma estrelinha brilhante no céu que nunca me cansarei de olhar.
com eterna saudade, te envio mais um beijo de despedida.

23 de março de 2013


qual a diferença entre um homem e um menino pra ti?     
meninos dão bombons, homens dão segurança. meninos mandam mensagem, homens ligam pra ti. meninos discutem com outros que se chegam a ti, homens só te abraçam em frente a eles mostrando com quem estás. meninos brincam com os sentimentos, homens mostram o que estão realmente a sentir. meninos trocam-te por qualquer coisa, homens valorizam-te e mostram o quanto és importante na vida deles. meninos não pensam antes de falar e magoam, homens analisam cada palavra, para não magoar. meninos fazem brincadeiras, homens tomam atitudes. meninos riem-se dos problemas, homens ajudam a solucionar os problemas. meninos são irresponsáveis e frios, homens são responsáveis e carinhosos. meninos esquecem dos melhores momentos, homens lembram e mostram que lembraram. meninos dizem gosto de ti, homens dizem amo-te.